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sábado, 29 de outubro de 2011


este fim não era esperado, era certo.
o que por fora parecia ser perfeito tinha como base mentiras, e todas elas as piores que se podem dizer.
perguntei-me milhões de vezes o que tinha feito errado, se tinha engordado e tu não gostas-te, se tinha crescido uma borbulha na minha cara e tu odiasses e achasses feia, se eu tinha dito alguma coisa, ou feito algo para que esse sentimento desaparecesse, mas hey, eu mudo, toda a gente muda, e eu irei mudar muito, crescer ainda mais, e encontrar algo que tu nunca encontrarás: amor próprio!
se alguma vez te mandei aquelas mensagens enormes era para tu veres o medo que tinha de te perder, e eu venci o medo, e não me assustei.
à coisas que são destinadas a acontecer, mas tu és o ontem e eu estou no hoje, a sorrir como tu nunca me viste. porém, ver-te desaparecer entre as lágrimas que caiam pelo meu rosto foi talvez a melhor coisa que senti, pois nunca me tinha sentido tão bem por ver alguém que amo partir-me o coração e não ter coragem para pedir desculpa.

uns sentem mas dizem que não, outros preferem mentir a dizer que sentem.

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