Páginas

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Oi, amigo. Se é que ainda te posso definir como tal. Arruínas-te tudo o que tínhamos, desperdiças-te tudo o que construimos, mas agora, sou eu que não quero saber e tu vens atrás de mim, e eu faço o que quero de ti. Mas como sou uma pessoa razoavelmente sensível, não te vou fazer passar o que me fizes-te passar a mim, pois tu não tens força, tu não irias ter a mínima força que eu tive para me levantar do chão e sorrir outra vez. Agora és tu que pedes esta amizade e sou eu quem não a quer. Adeus, para sempre.

Cláudia, I hope you be happy now, couse
we don't have any contact to be friend again.

Sem comentários:

Enviar um comentário